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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sem arrependimento, Nº 917

Sem arrependimento

Não é que o Deus Cupido me flechou mais uma vez
O coração de novo encheu de esperança
Não vi tão iludida ele era uma criança
E eu não mais uma menina
Há muito já passei dos trinta

A esse amor
De corpo e alma me entreguei
Deu no que deu
Em triste adeus quanto chorei
Por mais que fosse a dor no peito
Aguentei sem arrependimento

E quem sabe o Deus Cupido
Da minha dor compadecido
Enfim
Com uma flechada envenenada
Mande outra flor desse mesmo amor
Pra mim.//

Música 917, R.Bozza.





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