Sem
arrependimento
Não é que o Deus Cupido me flechou mais uma vez
O coração de novo encheu de esperança
Não vi tão iludida ele era uma criança
E eu não mais uma menina
Há muito já passei dos trinta
A esse amor
De corpo e alma me entreguei
Deu no que deu
Em triste adeus quanto chorei
Por mais que fosse a dor no peito
Aguentei sem arrependimento
E quem sabe o Deus Cupido
Da minha dor compadecido
Enfim
Com uma flechada envenenada
Mande outra flor desse mesmo amor
Pra mim.//
Música 917, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário