A
vingança
O sapo
Vinha pulando alegremente tum tum
Quando um moleque cruelmente fum fum
Jogou uma bomba em cima dele pum
O sapo
A saltitar numa só perna
Pulou pra dentro da cisterna
Foi fazer trato com o mosquito
Pra se vingar do porra louca
Numa revanche derradeira
O moleque pega dengue o sapo alegre dá um grito
Sem querer engole o mosquito
É devorado pelo rato que ao fugir do negro gato
Se acabou na ratoeira
Moral e fim dessa história
Do mundo cão ninguém escapa
Quando chegar a nossa hora
Aqui se faz aqui se paga
Seja criança seja sapo
Seja mosquito seja rato.//
Música 613, R.Bozza.
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