No bar
No aconchego, no refúgio na solidão desse bar
Em rimas e versos, em devaneios e sonhos
Eu me perco, me acho me encontro
Basta que deixe, o pensamento no tempo voar
A mente fluir, do corpo fugir
No mel, no fel das lembranças
De até a alma, cantar ou chorar
Ao ritmar do pandeiro, no planger do violão
Na doce voz do seresteiro, no afã de alguma canção
A saudade é um espinheiro, lacerando o coração.//
Música 7474, R.Bozza.
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