Ninguém escapa
Ele se passava por amigo
Batia no peito que era irmão
Ela a toda hora, sem motivo
Vivia jurando amor e paixão
Eles se encontravam escondidos
Num crime-pecado de traição
Vingança, foi tudo que ao santo amigo pedi
Vingança, deitei oferendas até conseguir
Embriagados despudorados, sozinhos em mesas de bar
Hoje vivem por aí, ao Deus dará
Do fel de tanta desgraça, sem piedade eu ri
Aqui se faz, aqui se paga
Enfim uma noite em paz eu dormi.//
Música 7465, R.Bozza.
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