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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Oitenta e nove, Nº 7260

Oitenta e nove


Oitenta e nove, tão fácil falar difícil viver
Oitenta e nove, o mundo a girar o tempo a correr
Oitenta e nove, penoso fado que eu já vivi
Oitenta e nove, o que faço eu ainda aqui

Meu velho meu querido velho, há muito tempo se foi
Espero somente espero, o que há de vir depois

Pra filhos e netos, não passo de um trapo
Um simples farrapo, para lá e pra cá
Somente um estorvo, um traste jogado
O peso de um fardo, que têm que aturar

Meu velho meu querido velho, há  muito tempo se foi
Espero somente espero, o que há de vir depois.//

Música 7260, R.Bozza.

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