Desesperança
Ela se foi, tão ingênua tão criança
Ainda amarrada à trança
Doce flor do bem-me-quer
Ela se foi, carregou minha esperança
Quase virgem quase santa
Mais menina que mulher
Breves tempos de paz, só eu e ela
Longos tempos sem paz, distante dela
Ela voltou, já não era mais criança
Desfizera sua trança
Virou flor do malmequer
Ela voltou, lá se foi toda esperança
Falsa virgem falsa santa
Uma amarga mulher
A vida com ela, distante dela
Foram tempos de paz, tempos de guerra.//
Música 7199, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário