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domingo, 24 de novembro de 2013

Sem freio, Nº 8964



Sem freio

Do seu olhar inocente
Da sua alma tão pura
Enquanto sinto o enlevo
Enquanto ouço o murmúrio
A dizer que me quer
A jurar que me ama

Eu por minha vez, sem nenhum talvez
Vou tramando maquinando
Vis mirabolantes planos
De sordidez, de mesquinhez
Procurando um jeito
De escravizar seu peito
E possuí-la na cama

Enquanto na sua mente sadia
Ao céu ela faz mil viagens
Sem freio meu pensamento vadio
É um turbilhão de sacanagens.//

Música 8964, R.Bozza.








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