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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Saudade amargura e dor, Nº 9007



Saudade, amargura e dor

Eu olhava
Através da vitrine
De artigos de beleza
E notava
Tão bonita, tão triste
Aquela jovem princesa

Às vezes
Em que olhava pra mim
Iluminava a seresta
E meu peito de poeta
Deixava
Numa alegria sem fim

O tempo correu, a vida bateu
Ligeiro o mundo girou
E aconteceu, tudo se perdeu
O magazine fechou
Pobre poeta, tudo que resta
Daquelas noites de amor
Saudade, amargura e dor.//








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