Luto e festa
Certas vezes ela some
Eu ligo e nunca me atende
Vivo chamando seu nome
Em bares em goles em preces
Eu já fiz de tudo
Cansei de lutar
Na fina areia
Na beira do mar
Deitei oferenda
Com brinco e colar
Pra minha mãe Iemanjá
Desse amor me libertar
Será que usei prenda pobre
Será que desaprendi a rezar
Será o seu santo mais forte
Que a corrente não deixa quebrar
É tanto que o peito padece
Essa angústia me consome
É festa quando aparece
E luto quando ela some.//
Música 9674, R.Bozza / Maurício.
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