Deu no que
deu
A preciosa princesa
Virgem de corpo e alma
Com a pureza de um anjo
O ardiloso poeta
Vivido de corpo e alma
Completamente profano
Foi numa noite de festa
No romper da madrugada
Na doçura da seresta
Ela descuidou da guarda
Acercou-se do poeta
E quedou-se apaixonada
Aconteceu
Foi maldade do destino
Ou apenas por acaso
Deu no que deu
Foi flechada do destino
Ou a praga de um despacho
Em triste adeus
Por descuido do Divino
Ou a mando do Diabo.//
Música 9374, R.Bozza.
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