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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Destino ou acaso, Nº 9778

Destino ou acaso

Rosinha dos meus encantos
De tanto amor
De tanto ardor
Olhava e via uma santa
Então sonhava
Com ela numa redoma

Rosinha dos meus desejos
De tanta paixão
De tanto tesão
Olhava e via uma dama
Então sonhava
Com ela dentro da cama

Depois destino ou acaso
Numa das dobras da vida
Passou com outro ao meu lado
E foi mortal a ferida

Abriu-se em dois a redoma
Onde eu guardava Rosinha
Partiu-se o relicário
Não era mais santa
Não era mais dama
Nem era mais minha.//
Música 9978, R.Bozza.




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