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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Surpresa, Nº 10217

Surpresa
A moça
Que sentou na outra mesa
Nos olhos
Tinha um que de poesia

A moça
Tinha um porte de princesa
Na boca
A claridade do dia

A moça
Era a própria realeza
O corpo
Atiçava a fantasia

Pulou para minha mesa
 transbordando euforia
Me dando toda certeza
De fêmea na armadilha

O desfecho dessa história
Na cama veio a surpresa
Ela era a caçadora
E eu uma frágil presa.//
Música 10.217, R.Bozza.






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