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sábado, 1 de agosto de 2015

Pro grande amor da minha vida, Nº 11047

Pro grande amor da minha vida 

Eu tenho sessenta, ela tem quarenta
E juntos ha trinta
Sabe sou devasso um rabo de saia
De todo me atiça

Se diz que me ama se diz que me adora
Finjo indiferença
Mas sei que é sincera e morro de medo
Que um dia me deixe

É moça caseira
Eu sou um poeta que vive em seresta
Paixão dividida

Pra língua do povo
Cruel invejoso que solta veneno
É amor sem sentido

Se diz que me ama se diz que me adora
Finjo indiferença
Mas sei que é sincera e morro de medo
Que um dia me deixe.//

Música 11.047, R.Bozza.












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