Covardia
Covarde que sou
Pras coisas do amor
Está cada vez mais difícil
Esse meu estranho gostar
Só com a gula do olhar
Só de mentira
Só à distância
Com medo de me machucar
Pareço um menino
Covarde que sou
Correndo fugindo
Do mel desse amor
Eu gosto dela
Sem me arriscar
Namoro ela
Só com o olhar
Calando no peito um coração
Que desconsolado grita
Contendo no sexo uma paixão
Que o sangue ferve agita
Com o corpo na palma da mão
O meu desejo sacio.//
Música
11.164, R.Bozza.
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