O Torto e o Sagrado
Já paguei
promessa enchi minha mão de calo
Acendi
vela de montão
Já bati
cabeça arriei forte trabalho
Rezei de
toda oração
Fui ao
Torto ao Sagrado ao bom Deus e ao Diabo
Pedindo
nossa união
Não deu
certo nem podia sou da noite ela do dia
É do lar
eu da boemia
Eu de paz
ela de guerra corpo e alma sou poeta
Nem liga
pra poesia
Voltei a
Deus e ao Diabo ao Canhoto o Sagrado
Barganhei
até o coração
Pra por
fim ao meu trabalho
Ofertei
tudo dobrado
Agora por
separação.//
Música 5224, R.Bozza.
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