Flores mortas
O bar a
seresta o brega
Um rosto
lindo que passa
Um claro
sorriso de estrela
Um corpo
cheio de graça
Que turvam
meus olhos de espanto
Que atiçam
minha alma de encanto
Que adoçam
meu ego em abandono
Que
excitam meu sexo sem dono
São pedaços
de você
Lembrando
o adeus que eu não quis
Às vezes
fico a sofrer
Às vezes
eu fico feliz
Flores
mortas é o que resta
No pobre
do meu coração
Jocineia
se eu soubesse
Do veneno
dessa paixão
Eu fugia
dos seus olhos
Ora verdes
ora azuis
De você
teria medo
Como o
demo tem da cruz.//
Música 4543, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário