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sábado, 9 de fevereiro de 2019

Inocentes deslizes, Nº 11682


Inocentes deslizes

Ela pensava
Que não era nada
Só uma bravata
O poder do meu fascínio
Sutil se aproximou
Depois se aconchegou
De toda se entregou
A prazeres que nunca imaginou

Ela achava
Era quem mandava
Que não se quedava
À força do meu domínio
Ela aventurou
Correu um disse que disse
As minhas leis quebrou
Com inocentes deslizes

Assim tinha que dar no que deu
Arriscou apostou o que era seu
Na própria soberba se afogou
Perdoar não posso não sou Deus
Agora chora o mel que perdeu
Prazeres que nunca imaginou.//

Música 11.682, R.Bozza.














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