Inocentes deslizes
Ela
pensava
Que não
era nada
Só uma
bravata
O poder do
meu fascínio
Sutil se
aproximou
Depois se
aconchegou
De toda se
entregou
A prazeres
que nunca imaginou
Ela achava
Era quem
mandava
Que não se
quedava
À força do
meu domínio
Ela aventurou
Correu um
disse que disse
As minhas
leis quebrou
Com
inocentes deslizes
Assim
tinha que dar no que deu
Arriscou
apostou o que era seu
Na própria
soberba se afogou
Perdoar
não posso não sou Deus
Agora
chora o mel que perdeu
Prazeres
que nunca imaginou.//
Música 11.682, R.Bozza.
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