Louco varrido
Louco
varrido
Ainda era
um menino
De cara
suja
E os pés
descalços no chão
Sempre em
luta
Com os
males do mundo cão
Já
desafiava sem medo o destino
Cantando
os versos de uma canção
Dizia que
só sua santa podia
Entrar
morar mandar no seu coração
Lá foi a
vida passando
Entre
espinhos e flores
Lá foi a
Terra rodando
Causando
risos e dores
Enfim
trazendo levando
Os seus
mais de mil amores
E ele
sempre fiel
Àquele
doce poema
À sua
santa no céu
Salve
cabocla Jurema.//
Música 2407, R.Bozza.
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