O mal
Do lado de
dentro
Do velho
casebre
De palha o
teto
De porta
sem trinco
A velha
franzina
Barriga
vazia
A mesa sem
nada
Em
desalento
Ajoelhada
Nesse
momento
Com fé
rezava
Por
alimento
Do lado de
fora
Do frágil
barraco
Um louco
armado
De foice
de faca
A velha
espionava
O mal
planejava
No céu a
lua de prata
A tudo
testemunhava
A presa o
algoz
O ataque
feroz
Da carne
cortada
O sangue
jorrava
No céu a
lua de prata
Deixou em
sombras a estrada
A velha
faminta
De boca
vermelha
Enfim
saciada
Rindo agradecia
Em preces
em rezas
Ao
poderoso Diabo
A refeição
que mandara.//
Música 11.554, R.Bozza.
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