Revés
Era uma
tarde serena
No auge da
mocidade
Lá pelos
anos setenta
Tempos de
felicidade
Rodeado de
amores
Todos
beijando seus pés
Não
conhecia as dores
Do desamor
do revés
Soberano
no amor
Desconcertava
Cupido
Poderoso
na paixão
Tinha nas
mãos o Destino
Pisava sem
compaixão
No
ardiloso deus menino
Foi nessa
tarde que ela
Atravessou
seu caminho
Que
mandinga havia nela
Quanto
feitiço magia
O gosto
que vinha dela
Coisas que
não conhecia
Infelizmente
Ao lado de
outro
Com ares
de dono
Tristeza
agonia
Enquanto
na terra
Chorava o
poeta
No céu
inclemente
Cupido
sorria.//
Música 11928, R.Bozza.
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