Nas voltas
do tempo
A tal máquina do tempo
Se acaso já existisse
Essa antiga miragem
Fosse real não um mito
Mais alto que fosse o preço
O custo dessa passagem
Por mais caro que custasse
Eu agendava a viagem
Preciso fosse, eu trabalhava dobrado
Nas férias, dia santo feriado
Sacava a poupança, quebrava o meu porcão
Secava o escondido, embaixo do colchão
Voltava atrás, numa das voltas do tempo
Quando era um só, os nossos dois corações
O amor, a paixão você e eu
Entre nós, não haveria adeus.//
Música 8711, R.Bozza.
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