Pleonasmo
Quase
sempre ela passa
Bem
distante não me nota
Nem sequer
de viés
Por acaso
ela olha
No meu
peito o coração
Sem alento
entristece
Presa da
desilusão
Não bate
não sobe não desce
Mas tem
vezes que ela passa
Ao meu
lado bem rentinho
Tão de perto
quase roça
No meu
braço o peitinho
Deita em
mim um olhar repleto
De desejo
de carinho
Aí no
peito o coração
É um
reboliço dá pinote
Cambalhota
piripaque
Batendo
descompassado
Me perdoem
o pleonasmo
Sobe pra
cima desce pra baixo.//
Música 12.124, R.Bozza.
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