Até a poeira assentar
Guardei mais uma vez meu
violão no saco
O pandeiro o tamborim, o
cavaco o bandolim
Tudo por causa de Maria
Rosa, a cabrocha
É de um ciúme doentio que
não tem mais fim
Foi dar ouvido a uns
buchichos
Línguas de trapo que adoram
fuchicar
Uma turma que só vive aos
cochichos
Me viram no samba, com a
dona do terceiro andar
É fato, mas de pés juntos
que é mentira vou jurar
E ficar longe do samba, até
a poeira assentar.//
Música 7763, R.Bozza.
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