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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Até a poeira assentar, Nº 7763

 

Até a poeira assentar

 

Guardei mais uma vez meu violão no saco

O pandeiro o tamborim, o cavaco o bandolim

Tudo por causa de Maria Rosa, a cabrocha

É de um ciúme doentio que não tem mais fim

 

 

Foi dar ouvido a uns buchichos

Línguas de trapo que adoram fuchicar

Uma turma que só vive aos cochichos

Me viram no samba, com a dona do terceiro andar

 

É fato, mas de pés juntos que é mentira vou jurar

E ficar longe do samba, até a poeira assentar.//

 

Música 7763, R.Bozza.

 

 

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