Triste despertar
Coitada
Nem viu
passar o tempo
Levando
tudo embora
Ora de
mansinho
Às vezes
de roldão
Pro amor
trancou o peito
Nem viu os
anos correndo
Em volta
do seu coração
Coitada
Ao
despertar pra realidade
Viu que a
felicidade
Bateu asas
e voou
Pobre
menina
Mergulhada
em sofrimento
Em
desespero abriu o peito
Num
convite ao amor
Que ferido
ao Deus dará
Por
maldade ou capricho
Por acaso
ou destino
Nunca mais voltou por lá.//
Música, 1397, R.Bozza.
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