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sábado, 18 de junho de 2022

Triste despertar, Nº 1397

 

Triste despertar

 

Coitada

Nem viu passar o tempo

Levando tudo embora

Ora de mansinho

Às vezes de roldão

Pro amor trancou o peito

Nem viu os anos correndo

Em volta do seu coração

 

Coitada

Ao despertar pra realidade

Viu que a felicidade

Bateu asas e voou

Pobre menina

Mergulhada em sofrimento

Em desespero abriu o peito

Num convite ao amor

 

Que ferido ao Deus dará

Por maldade ou capricho

Por acaso ou destino

 Nunca mais voltou por lá.//

 

Música, 1397, R.Bozza.

 

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