O poeta o cupido a princesa
O velho
poeta na jovem princesa
De olhos
pregados
Cheio de
amor e paixão
Na
embriaguez de vinho cerveja
Abria pra
ela
As portas
do coração
Com o arco
de ouro erguido
Cupido
rondava o salão
Mas
vacilava o menino
Se atirava
a flecha ou não
Estava tão
embevecido
Com a
linda morena que nem percebeu
O arco
havia perdido
Virou um
homem não era mais Deus
Vejam só
que ironia
A bela e
doce menina
Igual a
toda mulher
Sempre faz
da gente
O que bem
quer
Ao
sentir-se desejada demais
Foi dançar
um rala coxa
Nos braços
de outro rapaz
No final
dessa história
Pra glória
Cupido voltou
O poeta
foi embora
E a
princesa em cerveja se afogou.//
Música 4701, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário