O cravo e a Rosa
De papo o
Cravo e a Rosa
À sombra
de uma grande flor
Mudando o
rumo da prosa
O Cravo falou
de amor
A branca
flor foi corando
Ficando a
face vermelha
Eterno
amor jurando
Aos seus
pés caiu de joelho
Cupido a
tudo espreitava
Com o arco
de ouro na mão
O peito de
Rosa apontava
O alvo seu
coração
Compadecido
do Cravo
Do alto do
Caramanchão
O Deus do
amor vacilava
Se atirava
a flecha ou não
Moral e
fim dessa história
Na vida
tudo é ilusão
Sorrindo o
Cravo foi embora
A Rosa a
chorar disse não.
Música 269, R.Bozza.
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