Fogo de
palha
Antigamente, nós dois sorrindo
A todo instante, a toda hora
Em furiosas, troca de olhares
Tal e qual duas feras no cio
A se querer
De apaixonar, de adorar
A prometer
Se devorar se profanar
E o mundo girou
Nada de se apaixonar
O tempo passou
Nada de se adorar
Nada de se profanar
Nada de se devorar
Foi triste, melancólico
O final do nosso amor
Tão tolo, catastrófico
Ninguém morreu, ninguém matou.//
Música 9782, R.Bozza
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