Poeta que sou
Poeta que
sou
Falo da
vida
Falo da
morte
Sem
qualquer pudor
Renego o
azar
Venero a
sorte
Não calo a
dor
O ódio o
amor
Poeta que
sou
Mostro o
mel
Da
felicidade
Também dou
valor
A
nostalgia
Do fel da
saudade
Falo a
verdade
Também sei
mentir
Com essa
arte
Que há
dentro em mim
Faço
chorar
Faço
sorrir
Toda
beleza
Que vivo a
criar
Pena não
tenho
Com quem
partilhar.//
Música 6247, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário