A chuva
Chove uma
chuva fria
Venta uma
brisa à toa
É uma
garoa fina
Soprava o
manso vento
Na chuva
escuto a voz
Doce
quente ardida rouca
Falando
coisas de nós
Vai
repetindo a garoa
Na brisa
sinto o perfume
Envolvente
poderoso
No peito
atiçando o ciúme
Que o
vento leve pra outro
E assim
vou dividido
Embolado
em suas tranças
Cismando
se ela me quer
Nesse amor
proibido
Adorando a
criança
Devorando
a mulher.//
Música, 4455. R.Bozza.
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