Noite de insônia
Madrugada
Cheio de
insônia
Lápis e
papel na mão
O poeta
Canta e
sonha
Abraçado
ao violão
Sonha com
Sônia
Com a inocência
Do
rostinho angelical
Sonha com
Sônia
Com a
indecência
Do seu corpo
escultural
Tem um
problema
Vinte
apenas
Ele cinquenta
Faltaram
rimas
Bordões e
primas
Faltaram
versos
Veio a
titônia
Tonto de
sono
Ele ensaca
o violão
Quem sabe
em outra
Noite de insônia
Enfim
termina a canção//.
Música 12.367, R.Bozza,
Nenhum comentário:
Postar um comentário