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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Noite de insônia, Nº12367

 

Noite de insônia

 

Madrugada

Cheio de insônia

Lápis e papel na mão

O poeta

Canta e sonha

Abraçado ao violão

 

Sonha com Sônia

Com a inocência

Do rostinho angelical

Sonha com Sônia

Com a indecência

Do seu corpo escultural

 

Tem um problema

Vinte apenas

Ele cinquenta

Faltaram rimas

Bordões e primas

Faltaram versos

 

Veio a titônia

Tonto de sono

Ele ensaca o violão

Quem sabe em outra

Noite de insônia

Enfim termina a canção//.

Música 12.367, R.Bozza,

 

 

 

 

 

 

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