Foi festa
Dizia o
poeta
Com o
peito em festa
Em rimas
versos e prosas
Nasceu
para o Brega
Baladas
serestas
Não para
uma só Rosa
Com o vate
aborrecido
O arco de
ouro na mão
No poeta
atrevido
Resolveu
dar uma lição
Pra uma
vadia sem brio
Flechou o
seu coração
Com o
violão ensacado
Acorrentado
a essa mulher
Triste
desalentado
Ele virou
um molambo qualquer
Compadecido
o Deus menino
Recobrando
a razão
Pelo mal
ato cometido
Libertou
seu coração
Numa
flecha com a vacina
Contra
essa falsa paixão
Foi canto
foi festa
Foi grande
o escarcéu
Pras Rosas
na terra
E os anjos
no céu//.
Música 12.537, R.Bozza.
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