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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sem perdão, Nº 4100

Sem perdão 

Ela apontou de repente
Com seu charme de princesa
Ela chegou como sempre
Com seus ares de rainha
Ela sentou, enchendo de graça e beleza
A solidão, da minha mesa vazia
Do meu copo, ela bebeu a cerveja
Como outrora fazia
Por seus modos, ainda tinha a certeza
Que era tudo que eu queria

Por um minuto, emudeceu o meu ego
Por um segundo, falou mais alto o sexo
Com isso tudo, atordoado fiquei sem nexo
Felizmente, estava sóbria a razão
Rudemente, calou o meu coração
Friamente, pra magoar
Mandei fechar minha conta
E fui beber em outro bar.//

Música 4100, R.Bozza.





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