Pesquisar este blog

domingo, 12 de dezembro de 2010

Vidro sem valor, Nº 3408



Vidro sem valor

Ela chegou com tanta banca
Ela sentou cheia de graça
Ela vestia, puro cetim azul e branco
Ela exibia, balangandãs de ouro e prata
Olhou pra mim com tanto dengo
Um olhar tão negro, um olhar tão sex
Sorriu que sim, muito desejo
Jogou um beijo, hortelã chiclete

Bateu, descompassado o coração
Cuidado, alertava a razão
Esperei fiz bem, ao crescer a madrugada
Em mil pedaços o meu sonho se quebrou
Desabou, literalmente embriagada
A jóia rara era vidro sem valor
Calei no peito, a vontade de chorar
Paguei a conta e fugi daquele bar.//
Música 3408, R.Bozza.




Nenhum comentário:

Postar um comentário