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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mal de amor, Nº 7707

Mal de amor

Dor de mal de amor, bem sei não mata
É um dissabor, quase insensato
Destrói a calma, padece o corpo consome a alma
Incomoda, azucrina cutuca
Fere arranha, maltrata machuca

Comigo, acontece assim
Só encontro lenitivo, na bebida ao abrigo
Da mesa de um botequim

Dor de mal de amor, é dor pra se curtir sozinho
Não é fatal, porém como pedra de moinho
Lenta mas inexoravelmente
Vai moendo remoendo, o coração da gente

Comigo, acontece assim
Só encontro lenitivo, na bebida ao abrigo
Da mesa de um botequim.//

Música 7707, R.Bozza.


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