Mal de amor
Dor de mal de amor, bem sei não mata
É um dissabor, quase insensato
Destrói a calma, padece o corpo consome a alma
Incomoda, azucrina cutuca
Fere arranha, maltrata machuca
Comigo, acontece assim
Só encontro lenitivo, na bebida ao abrigo
Da mesa de um botequim
Dor de mal de amor, é dor pra se curtir sozinho
Não é fatal, porém como pedra de moinho
Lenta mas inexoravelmente
Vai moendo remoendo, o coração da gente
Comigo, acontece assim
Só encontro lenitivo, na bebida ao abrigo
Da mesa de um botequim.//
Música 7707, R.Bozza.
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