Medos
Ontem, eu vivia sempre só
Meu jardim sem uma flor
Sem chamego, sem xodó
Antigamente, eu tinha medo do amor
Medos velhos, a me roerem igual traça
Medos novos, que o tempo corre e não passam
Hoje, na tristeza de dar dó
A mocidade acabou
A minha vida é um nó
Atualmente, morro de medo do amor
Medos novos, a me roerem igual traça
Medos velhos, que o tempo corre e não passam.//
Música 7669, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário