Dois
monstros
A vida é mãe madrasta
O mundo é pai padrasto
Os dois, insensatamente
Como se fossem dois monstros
Até parece que gostam
De dar porrada na gente
E quando se trata de amor
Quem paga a conta é o coração
Eterno refúgio da dor
Cadeira cativa da desilusão
Vai tudo bem, tudo certo
Aí, assim de repente
Tudo mal, do desespero
Brota a cruel semente
O mundo enrosca, a vida aperta
Qual traiçoeira serpente
E quando se trata de amor
Quem paga a conta é o coração
Eterno refúgio da dor
Cadeira cativa da desilusão.//
Música 8508, R.Bozza.
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