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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Tudo o que resta, Nº 8656



Tudo o que resta

Que fria manhã de Setembro
Vazia, sombria em dor
Minha alma essência eterna
Pra longe, do corpo se foi
Até o sorriso do rosto
Com ela foi embora também
Sem saber que eu era nada
Fiz meu tudo de um alguém

A alma, em total desencanto
Por mágoas, decepções
O riso, afogado em pranto
Num rio, de lamentações

As cores da primavera
Vão desbotando aos meus olhos
E dentro do meu coração
Já não há mais eu e ela
Meus sonhos foram só sonhos
Amarga a recordação
Agora tudo o que resta
É tristeza e solidão.//

Música 8656, R.Bozza / Julia / marcos.


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