Tudo o que resta
Que fria manhã de Setembro
Vazia, sombria em dor
Minha alma essência eterna
Pra longe, do corpo se foi
Até o sorriso do rosto
Com ela foi embora também
Sem saber que eu era nada
Fiz meu tudo de um alguém
A alma, em total desencanto
Por mágoas, decepções
O riso, afogado em pranto
Num rio, de lamentações
As cores da primavera
Vão desbotando aos meus olhos
E dentro do meu coração
Já não há mais eu e ela
Meus sonhos foram só sonhos
Amarga a recordação
Agora tudo o que resta
É tristeza e solidão.//
Música 8656, R.Bozza / Julia / marcos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário