Que pena
O velho poeta
Acercou-se da jovem princesa
Com doces mimos e prendas
Belos versos de ricas rimas
Encantou sua alma de criança
Subornou, seus caprichos de menina
Do céu Cupido, a tudo assistia
Com o arco de ouro na mão
O Deus menino, sem fé não sabia
Se atirava a flecha ou não
Que pena, pobre poeta
Do tu sonho desperta
A princesa de verdade não te quer
Não deixou que saciasse
O desejo a vontade
Do seu corpo de mulher.//
Música 6344, R.Bozza.
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