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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

De tolo que sou, Nº 6198



De tolo que sou



Foi na fervura do brega

Por acaso ou por destino

Do feitio e cor da amêndoa

Os seus olhos meigos lindos

No mormaço da seresta

Que magia que feitiço

Seu sorriso de estrelas

E voz doce cristalina



De uma ternura sem fim

Sob o efeito da cerveja

Eu pensei que a princesa

Olhava sorria pra mim



Os olhos, o sorriso dela

Que até minha alma encantou

A festa, o brega a seresta

Tudo a mão do tempo levou



E eu de tolo que sou

Ainda sonho com ela

Ainda espero por ela

Que nem sequer me ligou.//



Música 6198, R.Bozza.




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