Nunca mais
O velho poeta e a jovem princesa
Viviam de olhos pregados
Às vezes durante a noite inteira
Parecia que os seus olhos
Estavam colados, grudados
Com uma cola de sapateiro
Um belo dia
Só pra ela, não pra ele
Por lá um moço passou
Que triste dia
Só pra ele, não pra ela
O mundo desmoronou
Pobrezinho, do poeta apaixonado
Pra esse amor, do coração
Fechou portas e janelas
Coitadinho, do poeta desolado
No desamor, sem ilusão
Nunca mais olhou pra ela.//
Música 8884, R.Bozza.
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