Ritual
O fumo a bebida o jogo
Perigoso ritual
Não fumo não bebo não jogo
Me considero normal
Pois sei que no fim das contas
Vai dar num triste final
Somente se de carona
É que pratico esse mal
Se o fumo me invade
É pela boca de alguém
Só por necessidade
Às vezes bebo também
Agora confesso jogar
Eu jogo desde menino
Sem tempo para brincar
Ou cometer desatino
Não posso me descuidar
Contra o ardiloso o Destino
Um mestre em trapacear
No jogo cruel que é a vida.//
Música 9364, R.Bozza.
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