Eu e a
saudade
Quando Rosa foi embora
Dizendo que era sem volta
Dona saudade, com convicção
Bateu às portas, do meu coração
Dizendo, que não ia demorar
Que veio, só para me consolar
De mansinho, ela entrou
Eu que não sou nenhum tolo
Claro desconfiei
Sorrateira, se acomodou
Mas de tanto abandono
Seu calor aceitei
Lá foi passando, o tempo
Dona saudade ficou
Adocicando, em meu peito
O fel daquela dor
Ontem
Com a saudade
Foi tanto chorar e sofrer
Hoje
Sem a saudade
Eu não saberia viver.//
Música 9962, R.Bozza.
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