Eu e o tempo
O tempo voou tão ligeiro
Numa correria sem fim
O tempo passou de carreira
De um jeito faminto assim
Ao passar pelo meu rosto
Deixou marcas de montão
Sem dó dobrou o meu corpo
Esse tempo desalmado
Minha mocidade levou
Mas não tocou em minha alma
Dentro de mim não passou
A poderosa mão do tempo
Feriu mas não me derrotou
Ainda trago no peito
A saudade do meu amor.//
Música 9469, R.Bozza.
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