Pirraça
Certa vez uma cigana
Ao ler e reler
As linhas e entrelinhas
Da palma da minha mão
Sem vacilar profetizou
Muito azar no amor
Vitória nas tramas da cama
Fracasso nas coisas do coração
Eu e ela
Ardemos em louca paixão
Ela e eu
Vivemos cruel desamor
Quando eu sirvo veneno
Sabe é desgraça mas bebe
Quando ofereço remédio
Só de pirraça dispensa
Quando me serve veneno
Sei que é desgraça mas bebo
Quando oferece remédio
Só de pirraça dispenso.//
Música 9431, R.Bozza.
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