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domingo, 24 de agosto de 2014

A mão do tempo, Nº 10222



A mão do tempo

Qualquer dia
Ela olha pra mim e percebe
No meu rosto, no meu corpo
Quanto a mão do tempo marcou

Aí se despe
Maliciosa
Da inocência do pudor
Aí se esquece
Que fui seu mestre
Nos doces segredos do amor

Nesse dia
Eu olho pra ela e percebo
No seu rosto, no seu corpo
Quanto a mão do tempo moldou

Aí eu temo
O inevitável
Que ela procure outro amor
porém aceito
O triste fato
Meu tempo de amar já passou.//

Música 10.222, R.Bozza.









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