A praga
Ele à toa na gandaia
Atrás de rabo de saia
No balanço da seresta
No agito de um brega
Ela em casa sozinha
Sempre na mesma aflição
Do tanque para cozinha
E da pia para o fogão
Enfeitando sua mesa
As gatinhas as princesas
Tudo a toque de cachaça
De uísque de cerveja
De repente o vizinho
A inesperada ilusão
Tsunamis de carinho
De pecado de paixão
Agora
Enquanto ele se embriaga
Outro aquece seu colchão
Por praga
Aqui se faz aqui se paga
É a lei do mundo cão.//
Música 9734, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário