Dores de amor
No
esplendor de uma festa
O
cancioneiro ao violão
Mistura de
brega e seresta
Forró
pagode samba-canção
Lá estava
a princesa e o poeta
No ar o
mel de uma ilusão
O peito
dela um frio deserto
O peito
dele um ardente vulcão
Rondando
as mesas bicando cervejas
Sempre
atento o Deus do amor
Não sei se
bebido acaso destino
Só o
coração do poeta flechou
No fim do
estertor dessa festa
Sem
cancioneiro sem violão
Calado o
brega a seresta
No ar um
tempero de solidão
Lá estava
a princesa e o poeta
Cupido
embriagado no chão
No peito
dela o mesmo deserto
No peito
dele a desilusão.//
Música 5092, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário