Estupro
Ainda
ontem menina
Ainda
boneca na mão
Cheia de
sonho ilusão
Hoje
mulher já vivida
Não sabe
do amor da paixão
Vítima do
mundo cão
Sem ouvir
seu desespero
Quinze
anos nem chegado
Noite a
fora o corpo dentro
Ofegava o
tarado
A chaleira
de água quente
No fogão
assobiava
Dormia o
porco demente
Ligeiro
tudo acabava
Essa foi a
sua sina
Depois que
saiu da prisão
Vende o
corpo em cada esquina
É assim
que ganha o pão.//
Música 4802, R.Bozza.
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