O poeta e o cupido
Lá estava
o velho poeta
Abraçado
ao violão
Lápis e
papel na mão
Matutando
na seresta
Procurando
uma canção
Mas nada
de inspiração
De repente
no pedaço
Surge uma
criatura
Bonita de
cara bonita de corpo
Bonita de
bunda
Deslumbrando
a seresta
Dando mole
pro poeta
Cupido
porém
Trapaceando
no jogo do amor
Da bela
musa
Pra si o
coração alvejou
Bebendo a
gelada o vate sorria
Um tosco
detalhe ele sabia
Que o belo
troféu conquistado
Não era
mulher era viado
No final dessa história
O jovem
cupido
Sorrateiro
escapava
Desolado
do salão
A criar
outro poema
O velho
poeta
Abraçado
ao violão
Lápis e
papel na mão.//
Música 4709, R.Bozza.
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