Três num só ninho
De uma os
olhos azuis
Cintilam
estrelas
Da outra
raros castanhos
Das
amendoeiras
Ambas
abusam das curvas
Pedalando
as bicicletas
Sem notar
o voraz olhar
Do poeta
sobre elas
Com os
olhos bem sombreados
Com o
rosto super maquiado
Iluminando
a seresta
Notaram
enfim o poeta
Olhos
azuis olhos castanhos
Olhos
devoradores
Tsunamis
de carinhos
Entre os
lençóis de linho
Curvas
sutis corpos febris
Sem
barreiras sem pudores
A explorar
todo caminho
Amor a
três num só ninho.//
Música 11.578, R.Bozza.
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